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ENTREVISTAS: DAVID RODRIGUES - GFA MONSARAZ

"fui o primeiro forcado a pegar no renovado campo pequeno no dia de apresentação aos agentes e artistas da festa, sinto-me honrado por ter pegado o primeiro toiro do grupo de Monsaraz" - David Rodrigues


O Grupo de Forcados Amadores de Monsaraz, estreou-se em praça a 23 de Julho de 2004, naquela que foi a primeira corrida de toiros realizada na Freguesia de Monsaraz, montada propositadamente para apresentar o seu Grupo de Forcados Amadores. Teve como cabo fundador Mário Gomes, que se manteve em actividade até 8 de Maio de 2008, data em que passou o testemunho ao actual cabo David Rodrigues, forcado também ele dos fundadores e com a particularidade de ter pegado o primeiro toiro do Grupo na tarde da apresentação.


No passado dia 15 de Agosto, em Reguengos, David Rodrigues entregou o comando do seu Grupo ao Forcado Ricardo Cardoso e Vitor Besugo numa parceria Forcado Amador / NATURALES entrevistou David Rodrigues, cabo que terminou funções.
 

Vitor Besugo (VB) – Como nasceu o teu gosto pelos toiros e, como chegaste aos Amadores de Monsaraz?

R: O meu gosto pelos toiros nasceu naturalmente, nasceu através do ambiente e da cultura tauromáquica que se vive na minha terra, cheguei aos amadores de Monsaraz como todos os membros fundadores através da vontade e dedicação que tivemos ao formar este grupo que este ano comemora 10 anos.



VB - Com que idade e qual foi a tua primeira fardação (com que cabo)? Onde e quando pegaste o teu primeiro touro?

R: A minha primeira fardação foi na corrida de estreia do grupo em Monsaraz, nunca me tinha fardado de forcado por qualquer outro grupo, tinha na altura 20 anos e o cabo era o Mário Gomes, e felizmente nesse mesmo dia tive o privilégio de pegar o meu primeiro touro e o primeiro touro que o grupo pegou.



VB - Quais foram os forcados que mais te marcaram?

R: Fica sempre marcado aqueles que desde o primeiro dia lutaram e acreditaram neste nosso projeto são os fundadores.



VB - Quantas épocas no activo fizeste e quantos toiros pegaste?

R: Fiz 10 épocas no ativo e peguei 36 toiros.



VB - Qual o momento, ou momentos, que melhores recordações te trazem?

R: Felizmente tive alguns momentos que me vão marcar para a vida, fui o primeiro forcado a pegar no renovado campo pequeno no dia de apresentação aos agentes e artistas da festa, sinto-me honrado por ter pegado o primeiro toiro do grupo de Monsaraz como já tinha referido e o dia da minha despedida correu como tinha imaginado que foi um dia inesquecível.



VB - E os menos bons?

R: Infelizmente os menos bons são sempre as lesões, na época de 2012 como cabo passei por  um momento bastante constrangedor com a lesão muito grave do Armando Martins. 



(VB) - Quando é que tomou a decisão de te despedir e quais foram os factores que te levaram a tomar tal decisão?

R: A decisão de me despedir foi tomada na época passada, foi cuidada e preparada devidamente, os factores que me levaram a tal decisão foi que como tudo na vida têm um principio e um fim e o meu fim como forcado no ativo estava a chegar, as responsabilidades pessoais são outras a forma de estar e de pensar altera-se, e acho que não vale a pena andarmo-nos a arrastar quando temos pessoas com condições para nos substituírem.



(VB) - Qual o balanço destes anos a comandar o teu grupo?

R: O balanço é bastante positivo, acho que soube incutir o nosso espirito e transmitir os ensinamentos que me foram dados a todos os forcados que quiserem ingressar no nosso grupo, e saio com a sensação de missão cumprida.





(VB) - O Ricardo Cardoso foi o forcado escolhido para te suceder. Como é que o defines?

R: O Ricardo é um forcado jovem já com muita experiência de grupo, que têm vindo a ser preparado para assumir estas funções, é responsável e com sentido de liderança irrepreensível.



VB - Que mensagem deixas aos antigos, actuais e futuros forcados dos Amadores de Monsaraz?

R: Aos antigos só posso agradecer o trabalho que fizeram em nome da nossa instituição e a dedicação que tiveram para o mesmo, que continuem acompanhar o grupo para que possam transmitir aos mais novos o espirito a seguir, aos actuais que continuem a trabalhar sempre com o objectivo que podemos ser ainda melhores, aos futuros que queram ingressar no nosso grupo que venham com sentido de responsabilidade de amizade e que trabalhem para que possam vestir a nossa jaqueta.






 Curtas:

- A tua melhor pega?

R: Reguengos de Monsaraz / Festas de S. António 2009



- Ganadaria?

R: Eng. Luís Rocha



- Cavaleiro? 

R: António Ribeiro Teles



- Toureiro? 

R: José Tomaz



- Forcado?

R: João Cameijo / Vasco Pinto



- Passatempo favorito?

R: Todo o Terreno



- Clube?

R: Sporting



- Prato? 

R: Marisco



- Destino de férias?

R: Algarve



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Cartaz das Festas de São Manços 2014 em honra de Sr. São Manços e N. Sr. da Ajuda

Cartaz das Festas de São Manços 2014 em honra de Sr. São Manços e N. Sr. da Ajuda

Organização: Grupo de Forcados Amadores de São Manços

5ª FEIRA – 28 AGOSTO:
20:00 – ABERTURA DAS FESTAS COM PORCO NO ESPETO
21:30 – APRESENTAÇÃO E VENDA DA T-SHIRT OFICIAL "FESTAS S. MANÇOS 2014”
22:00 – BAILE COM TIAGO MIGUEL

6ª FEIRA – 29 AGOSTO:
20:00 – ABERTURA DAS FESTAS
22:00 – ESTREIA ABSOLUTA DO GRUPO “OS LOUCAMENTE”
23:30 – LARGADA DE 2 TOUROS PELAS RUAS DA VILA
04:00 – DISCO PARTY COM DJ PETER BEATS

SÁBADO – 30 AGOSTO:
09:00 – DESFILE DE CAMPINOS E CABRETOS
10:00 – CONDUÇÃO DE CABRESTOS E PICARIA (CAMPO DE FUTEBOL)
13:00 – ALMOÇO CONVIVIO
15:00 – JOGOS TRADICIONAIS
22:00 – GRANDIOSA CORRIDA DE TOUROS (VER PROGRAMA PROPRIO)
22:00 – BAILE COM A BANDA “SEM LIMITE”
02:00 – LARGADA DE TOUROS PELAS RUAS DA VILA
04:00 – DISCO PARTY COM DJ PETER BEATS

DOMINGO – 31 AGOSTO:
09:00 – ARRUADA COM BANDA FILARMONICA DE N. SRA DE MACHEDE
09:15 – PASSEIO EQUESTRE (CONCENTRAÇÃO PELAS 08:00 NO CAMPO DE FUTEBOL)
10:00 – MISSA SOLENE EM HONRA DE SR. S. MANÇOS E N. SRA DA AJUDA
11:00 – PROCISSÃO PELAS RUAS DA VILA
17:00 – ENCERRO COM AS RESES DA GARRAIADA
18:00 – GRANDIOSA GARRAIADA E FESTA DA ESPUMA
21:00 – ABERTURA DA QUERMESSE
22:00 – BAILE COM “MIGUEL AZEVEDO”
23:30 – GRUPO “300 AND FRIEND’S”
01:30 – CONTINUAÇÃO DO BAILE COM “MIGUEL AZEVEDO”

2ª FEIRA – 01 SETEMBRO:
10:00 – LARGADA DE TOUROS
13:00 – TRADICIONAL AÇORDA
18:00 – GRANDIOSA GARRAIADA COM MESA DA TORTURA
PRÉMIO PARA MELHOR PEGA DA TARDE
21:00 – ABERTURA DA QUERMESSE
22:00 – BAILE COM O ORGANISTA “JORGE NUNES”
23:00 – APRESENTAÇÃO DO GRUPO DAS FÉRIAS DESPORTIVAS DO VERÃO 2014
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Festas de Barrancos regressam hoje

Arranca hoje mais uma edição das Festas de Barrancos, em honra de Nossa Senhora da Conceição. 

Música, celebrações religiosas e as “touradas de morte” fazem parte do programa que anima a vila raiana até domingo, dia 31.
A tradição dos “touros de morte” foi legalizada há doze anos, através de um regime de excepção. Este ano, cinco toureiros lideram os Tradicionais Festejos Taurinos.
O programa arranca hoje com a banda filarmónica “Fim de Século". Segue-se a Missa Solene na Igreja Paroquial de Barrancos e a procissão em Honra da Padroeira, pelas principais ruas da vila (18 horas). José Mendes e o trio “Diviertet3” animam a noite inaugural.
Os espectáculos taurinos só se iniciam amanhã. José Maria Lazaro e Eugénio Martin “El Mani” lidam dois touros da Ganadaria Couto de Fornilhos. A noite segue com o espectáculo dos “Los Romeros” e a orquestra “Nuevo Milenio”.
No sábado, será a vez dos matadores José Luís Madrigal e António Rosales ditarem a sentença a dois “touros de morte”. O grupo “Voz Amiga” e a orquestra “Iberotropical” animam o serão de sábado.
No último dia dos festejos, o matador Cristian Cananon encerra a maior tradição da vila raiana. De seguida haverá uma vaca para os mais atrevidos toureiros locais. A noite prossegue com a “Escuela de Baile de Barrancos”, “Rumbo Flamenco”, “Zapatito de Tacón”, Roberto Carlos e o grupo “Calle Sierpes”.
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Campo Pequeno reabre hoje as visitas à praça.

A partir das 10h do dia de hoje, o Campo Pequeno reabre as suas portas aos visitantes nacionais e estrangeiros que queiram visitar a arena da praça de Lisboa e desfrutarem de uma experiência única.  Estas visitas pretendem dar a conhecer este monumento único da cidade de Lisboa e de Portugal, além de divulgar a tauromaquia junto dos portugueses e estrangeiros que visitam a capital portuguesa. 
A visita consiste num percurso realizado na arena onde o visitante vai poder ver de perto algumas das principais áreas que compõem a praça (curros, pátio de quadrilhas, cavalariças, palco presidencial, capela...) e que estão habitualmente vedadas ao público. O visitante realiza um percurso pela arena, ficando a conhecer alguns factos relevantes deste importante tauródromo, como datas históricas ou informações sobre alguns dos toureiros que morreram nesta praça. 
Os visitantes poderão ainda desfrutar de uma exposição de reproduções de cartéis antigos do Campo Pequeno, do século XIX aos nossos dias e, para apimentar esta experiência, os visitantes vão poder tourear de salão com capote e muleta. Para mais tarde recordar, aqueles que visitarem o Campo Pequeno vão poder realizar algumas fotografias "especiais", vestindo a pele de toureiros ou forcados, no "fundo de fotos" preparado para esse efeito. 
A visita realiza-se num sistema de auto-visita, em que o visitante recebe um guia em papel que lhe dará toda a informação necessária e orientação sobre o percurso. A entrada custa 3€ e é gratuita para menores de 6 anos. As visitas realizam-se todos os dias, incluindo fins de semana, das 10h às 13h e das 14h às 19h. Os bilhetes podem ser comprados na bilheteira da praça no piso -1.
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Amadores de Alcochete e Portalegre na Corrida das Cebolas!

Serão os Amadores de Alcochete e não os de Alter como anteriormente anunciado, quem irão partilhar cartel com os de Portalegre, na corrida a realizar dia 13 de Setembro na praça alentejana.

Ao que parece, pressões e algum mau estar no seio da forcadagem, levou a que a empresa efectuasse esta alteração. Em baixo, transcrevemos a informação recebida por parte da empresa, para vosso possível entendimento:
"Após conversa entre a empresa Toiros e Tauromaquia Lda e o GFA Portalegre, de Francisco Paralta, foi acordado entre ambas as partes em relação aos grupos que estarão presentes em Portalegre no próximo dia 13 de Setembro.
Sendo assim para enfrentar o poderoso curro de Passanha estarão em praça os Amadores de Alcochete e os de Portalegre numa disputa de troféu para a melhor pega 'Pedro Balacorça' e de outro para o melhor grupo em praça, prémio 'Francisco Matias'.
A empresa Toiros e Tauromaquia Lda informa ainda que o GFA Alter do Chão, como acordado, irá pegar a merecida corrida a que tem direito depois de ter ganho de forma valente o concurso de cernelhas de Évora numa das corridas organizadas pela a empresa."

O cartel do próximo dia 13 de Setembro, em Portalegre, naquela que é a Corrida da Associação dos Agricultores do distristo, será composto pelos cavaleiros João Moura, António Telles e Joaquim Bastinhas. Serão lidados toiros da ganadaria Passanha e pegam nessa noite, os Amadores de Alcochete e Portalegre.
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ARRONCHES RECEBE CORRIDA DE TOIROS


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S. MANÇOS - 30 de Agosto


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OS “TEMPOS” NO TOUREIO A PÉ E NA« PEGA DE CARAS» - BARRINHA DA CRUZ


CITAR «O cite é, a bem dizer, indispensável em todas as «sortes» propriamente ditas, constituindo como que a sua preparação. Como é óbvio, a maneira como é feito o «cite» (posição relativa entre toureiro e toiro, distância entre ambos, etc.) varia de «sorte» para «sorte» e em função das condições e faculdades que o toiro oferece assim como nos «estados» que atravessa durante a lide.

O «cite» presta-se a atitudes e movimentos que podem não valorizar as «sortes» como embelezá-las extraordinariamente. Em especial nas sortes de bandarilhas, nas dos toureio a cavalo e na execução de pegas – já que o capote e a muleta oferecem limitado campo para variações – o «cite» tem grande expressão, não sendo raro conseguir-se através dele, prender o espectador e levar-lhe momentos de beleza e emoção que o predispõem ao aplauso entusiástico. Pode assim dizer-se que o «cite» faz parte integrante de uma «sorte», posto que a sua expressão artística pode beneficiar com ele».

- PARAR - «Dentro do panorama estético do toureio moderno, «parar» é condição indispensável nas realização da maioria das «sortes» de capote e «muleta», pois só assim é possível imprimir-lhe toda a beleza que delas se espera. Como é evidente, tal procedimento não é moderno; no entanto «pára-se» hoje como nunca e porque a acção, no significado que se deu, parece não estar sujeita a variações, lembre-se que tendo as sortes determinados «tempos», a conquista moderna está em ter-se levado a aludida acção de «parar» aio maior número desses «tempos». Em consequência, enquanto antigamente se festejava apenas um ligeiro momento de quietude, pode dizer-se que, na actualidade essa quietude do toureiro se mantém em todos os largos momentos que decorrem desde o «cite» até ao «remate» das sortes».

- MANDAR - «Mandar, é acima de tudo, dominar o movimento, marcando a trajectória do toiro e realizando estas acções sem que o toureiro se desloque; é tornar esse movimento tão prolongado quanto possível e até imprimir expressão circular à trajectória imposta. Concluir-se-á daqui que não é possível «mandar» sem dominar e que o «mando» quando perfeitamente se patenteie é prova irrefutável de domínio, ainda que este seja apenas de natureza puramente técnica. No entanto quando o domínio é perfeito tem, regra geral, expressão também psicológica».

- TEMPLAR - «Modernamente, o termo «templar» não pode limitar-se à definição dada pois ganhou significado um tanto diferente e mais amplo, uma vez que, em alguns casos, se tornou possível ao toureiro como que marcar a velocidade da investida, através de, nas «sortes», levar o toiro tão perfeitamente «toureado» que até esse pormenor lhe pertence, no domínio geral da acção. Como se torna evidente, é indispensável «templar» para que se registe a perfeita execução dos lances e «passes», visto que só através dessa sincronização (seja a velocidade imposta pelo toiro como pelo toureiro) será possível movimentar o «engano» por forma que o toiro a siga sem no entanto o alcançar. É pois, requisito indispensável ao verdadeiro toureio».
- CARREGAR A SORTE – Praticamente, só é possível «carregarem-se» as «sortes» que se executam com o capote ou com a «muleta». A expressão, porém, também se usa para os cavaleiros quando, nas «sortes» de caras e ao entrar na «jurisdição», se executam um ligeiro movimento para o ladro contrário àquele em que sairão da «sorte».

As «sortes» de capote e «muleta» podem «carregar-se» apenas por flexão da cintura, pelo avanço da perna do lado contrário ao da entrada do toiro ou pelos dois procedimentos conjugados. Em princípio a acção de «carregar» as «sortes» representa defesa para o toureiro porquanto, usando-a, se lhe torna mais fácil proporcionar a «saída» em melhores condições de segurança. O toureio clássico porém não dispensa esse pormenor, considerado de boa técnica, e sobretudo o toureio de capote (principalmente nas «verónicas» torna-se mais belo quando se «carregam» as «sortes», em virtude de assim ser possível ao toureiro, em cada lance, ganhar ao toiro um terreno que só muito dificilmente poderia conseguir sem tal procedimento. Como é óbvio o toureio «paralelo» veio dispensar, quase completamente, a necessidade de se «carregarem as «sortes», o que na execução «perpendicular é, a bem dizer, indispensável, pois sem esse procedimento seria completamente impossível dar «saída» aos toiros».

- REMATAR A SORTE - «Terminar o toureiro uma «sorte» ou o toiro uma investida. Mais concretamente, realizar, o toureiro, o último «tempo» das «sortes» de capote ou «muleta», terminando-as assim de maneira airosa. No toureio de capote e após uma série de lances (quite) ou durante a «faena», depois de uma sucessão de «passes», quase sempre iguais, realizar o toureiro qualquer procedimento mais ou menos vistoso. Na lide equestre, terminar uma «sorte», em regra saindo no sentido da «cola» do toiro».
- Também o FORCADO deve «rematar a sorte», saindo da «cara» a recuar de frente para o Toiro, e não a «fugir».

- Enciclopédia Tauromáquica Ilustrada – 1962
- De Jayme Duarte de Almeida
- José Barrinha-Cruz
- Julho 2014
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O CARTAZ DA DESPEDIDA DE NUNO MARQUES DO COMANDO DOS AMADORES DA CHAMUSCA


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